Brasília, terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
 
 
 
 
Você confia nele?

Até 2011, cerca de 1 bilhão de pessoas utilizarão o celular como instrumento de produtividade no trabalho. Mas será que o fiel companheiro não põe em risco informações sigilosas da empresa?
 
 
Fernando Braga
Da equipe do Correio

 

Daniel Ferreira/CB
Alexandre, que usa o smartphone para checar e-mails de funcionários e clientes: telefone integrado em rede com servidor da empresa
 
 
 

Os aparelhos celulares, que agora reúnem inúmeras funções, é instrumento indispensável na vida dos executivos. Com um smartphone na mão, ele pode checar os e-mails, aprovar uma planilha de custos e ainda ficar por dentro dos últimos acontecimentos do setor em que trabalha, independentemente de onde estiver. Mas será que, no meio de importantes informações corporativas, não seria arriscado trocar dados de uma empresa pelo celular? Paulo Roberto Delpizzo, gerente de TI da Navita, empresa de tecnologia especializada em soluções corporativas, explica que, uma vez que o smartphone de um funcionário está em sincronia com a rede interna de uma companhia, ele passa a estar sob a mesma política de segurança configurada para o uso dos micros da empresa. “Se a rede da corporação for segura, o dispositivo móvel também será”, diz.

Segundo dados do instituto de pesquisa IDC, até 2011, pelo menos 1 bilhão de trabalhadores usarão o telefone móvel como instrumento de produtividade. Alexandre Lucho Langer é um dos que já fazem uso intensivo da ferramenta. Sócio de uma imobiliária, ele tem sempre no bolso um smartphone, da fabricante Qtec, que o ajuda a se comunicar com os demais sócios e corretores da empresa. “Todos os sócios têm um smartphone. Basta conectarmos a um servidor que a gente consegue interagir pelo (Microsoft) Exchange”, conta o empresário, cliente da operadora Tim.

Alexandre recebe cerca de 200 e-mails por dia. “Como a gente vende serviço, só estando conectado 100% do tempo para conseguir oferecer um conceito que consideramos fundamental, que é a agilidade”, ressalta. Precavido, não dispensa o uso de um pacote antivírus, que protege a rede do escritório e os dispositivos móveis. “Assim tenho segurança para checar meus e-mails. Mas, em compensação, não faço nenhuma transação financeira no celular. Quando preciso, conecto a plaquinha (PMCIA) no meu notebook e pronto.”

Tudo criptografado
Além do celular corporativo ser o reflexo da segurança que existe na infra-estrutura da corporação, o dispositivo ainda conta com outras característica que agem para minimizar os riscos durante o seu uso. “A plataforma móvel te dá uma estrutura de criptografia e certificação que garante que o usuário se comunique devidamente com o seu servidor”, explica a técnica responsável por contas corporativas da Nokia, Silvia Paladino. A sincronia entre a rede e o dispositivo móvel é feita a partir de plataformas fornecidas pelos fabricantes de celular. Os três mais conhecidos são o Blackberry Enterprise Server, o BES (exclusivo para aparelhos Blackberry); o Intellisync, desenvolvido pela Nokia; e o Windows Mobile, criado pela Microsoft. As plataformas são softwares instalados na própria rede interna da empresa. Por meio delas é possível realizar todo o gerenciamento de aplicativos e soluções fornecidas pela área de TI aos funcionários.

O diretor da Claro Empresas, Sérgio Pelegrino, explica que, caso uma empresa já tenha um servidor de e-mail interno e queira unificar a comunicação da rede com os smartphones, deve optar pela contratação de um servidor exclusivo — como o BES, da Blackberry. “Já para clientes que queiram acessar contas pop3, aconselhamos o servidor BIS (Blackberry Internet Service), úteis para pequenas empresas e profissionais liberais que têm conta em Gmail, Hotmail e outros webmails”, aconselha.

Mecanismos de segurança
Mesmo com o crescente número de malwares descobertos para dispositivos móveis (somente nos últimos três anos o número de vírus aumentou 1.200%), o gerente de Mobilidade da Microsoft, Celso Winik, acredita que a ameaça ainda não preocupa o mundo corporativo. “Nunca houve uma disseminação generalizada por causa de um vírus para celular”, conta. Mas nem por isso os clientes devem abrir mão de determinados comportamentos e mecanismos de segurança. “Para começar, tem a segurança física do aparelho. Caso ele seja perdido ou roubado, por exemplo, há recursos que permitem que, remotamente, o usuário formate ou recupere os dados existentes no dispositivo”, avisa Celso. “Malwares destinados a aparelhos móveis roubam conteúdo, comem a bateria e deletam dados dos smartphones”, exemplifica Silvia, da Nokia.

Por isso é importante que a política de segurança de uma organização contemple um recurso fundamental: o backup. “As informações ficam armazenadas somente no celular e no servidor. Nesse caso, a operadora funciona apenas como um túnel por onde trafegam os dados, que são 100% criptografados”, explica a executiva da Nokia. “Temos que trazer a paranóia que existe com relação aos PCs para o celular. Por isso, é importante não deixar o bluetooth ligado, não aceitar mensagens e conteúdos de números desconhecidos e ter, sempre, um antivírus instalado no dispositivo”.

Para aumentar o grau de segurança de uma rede corporativa, as plataformas oferecidas pela Microsoft, Nokia e Blackberry ainda possibilitam habilitar ou desabilitar, a partir de um servidor, certas funções oferecidas pelos aparelhos — como câmera digital, bluetooth ou conexão Wi-fi. “Se uma empresa quiser confidencialidade em uma reunião, por exemplo, ela pode desabilitar, de forma remota, a câmera dos funcionários e impedir que eles gravem ou tirem fotos naquela determinada hora”, conta Silvia.

 
Brasil na mira dos trojans

Pesquisa aponta que sites bancários brasileiros são os maiores alvos do mundo dos cavalos-de-tróia. Eles recebem 30% dos ataques desse malware

Fernando Braga
Da equipe do Correio

De acordo com o instituto de pesquisas Ibope/NetRatings, aproximadamente 12,2 milhões de pessoas, ou 57% dos brasileiros com acesso doméstico à internet, visitaram algum site de comércio eletrônico no último período de Natal. Aliado à facilidade de efetuar compras pela web, também cresceram os golpes e uma série de ameaças virtuais que, através dos anos, passaram a fazer estragos na vida dos usuários brasileiros. Prova disso é um estudo divulgado pela empresa de segurança digital F-Secure: ele aponta que 30,7% dos ataques de trojans mundiais são direcionados à instituições bancárias do Brasil — que ficou à frente de Estados Unidos e outros países da Europa, que contam com maior número de pessoas com acesso à internet.

Os trojans (ou cavalos-de-tróia, como também são conhecidos) são softwares que se infiltram de forma silenciosa no computador e agem liberando portas de entrada para que invasores possam roubar informações sigilosas do usuário. Os trojans bancários geralmente chegam via e-mail. Quando o usuário clica no link enviado junto à mensagem, a praga é automaticamente instalada no computador. Após a execução, ela espera que os internautas acessem web sites de bancos e quando isso acontece exibem páginas falsas de bancos, bastante parecidas às verdadeira. Assim, no momento em que o internauta digita informações como o número da conta, do cartão de crédito ou senha, elas são enviadas para um usuário remoto. Dessa maneira, o cibercriminoso consegue fazer transferências, pagamentos e compras utilizando a conta bancária da vítima.

O aumento de serviços online oferecidos pelas instituições bancárias, aliado à crescente utilização da internet, resultou no aprimoramento no modo de ação dos hackers. Se antes os criminosos cibernéticos estavam interessados em deteriorar sistemas e ganhar notoriedade, agora o objetivo deles é agir o mais silenciosamente possível, sem provocar alarde — para assim, roubar todo tipo de informação dos internautas e efetuar desastres nos bolsos dos usuários.

O estudo da F-Secure cita um dado da APWG que mostra que o Brasil hospeda apenas 2,33% das páginas onde os trojans bancários estão instalados. “Os trojans de operação bancária que alvejam bancos brasileiros não atacam nenhum banco fora do país. Isso é natural, pois os grupos criam e distribuem esses malwares localmente e nada indica que eles tenham conexões com criminosos internacionais”, aponta o relatório. “Mas há uma consideração que precisamos destacar ao interpretar os resultados: o fato que um banco ser alvejado não significa que o ataque é bem sucedido”, ressalta o estudo, que não informou quais as instituições bancárias brasileiras são as mais visadas por esse tipo de malware.

Depois de se instalarem nas máquinas, os trojans bancários também criam registros no micro que faz com que ele se execute automaticamente cada vez que o sistema é iniciado. Especialistas explicam que uma forma de se proteger é tomando alguns cuidados fundamentais como não abrir e-mails ou documentos não solicitados, mesmo que eles pareçam vir de um destinatário conhecido. Além disso é importante sempre ter instalado um bom antispyware, que evita que programas espiões ajam no PC.

 
 
Entrevista - MIKKO HYPPONEN
Profissão: caçador de vírus

A tarefa dele é passar o dia em busca de novas ameaças que surgem na internet. Conhecido como um dos principais caçadores de vírus em atividade, o finlandês Mikko Hypponen chefia o laboratório de pesquisas da empresa finlandesa de segurança digital F-Secure. Entre os principais feitos do especialista estão a descoberta, em 2002, do Spapper, um worm que infectou 10 mil máquinas equipadas com Linux e do vírus Sobig F, que chegou estar presente em um a cada 17 e-mails enviados em todo o mundo. O finlandês também foi o primeiro a alertar sobre a existência do arrasador vírus Sasser. Além de ter infectado milhares de computadores ao redor do mundo em 2004, o worm foi considerado o responsável por uma série de transtornos mundiais como a paralisação do metrô na Austrália e do serviço postal nacional de Taiwan e atrasos em vôos da companhia Delta nos Estados Unidos. Por todo seu trabalho, Hypponen foi escolhido pela revista norte-americana PC World como uma das 50 pessoas mais importantes da internet em 2007. Em entrevista exclusiva ao Correio, Hypponen diz que o hacker brasileiro já começa a dar trabalho ao resto do mundo e já conta, inclusive, com um modo de ação específico: focado em poucos alvos para aumentar os danos.
 
Lehtikuva/F-Secure/ Divulgação
“O hacker não se preocupa com quem ou onde será o ataque. O computador é o alvo e não existe geografia nem distâncias na internet”
 
 

O senhor é tido como um dos mais respeitados “caçadores de vírus” que há. Como é o seu trabalho?
Meu trabalho é muito interessante. Atuo nesta área há 17 anos e nunca tive um dia chato de trabalho. Faz parte do meu dia de trabalho analisar a internet e coletar amostras suspeitas. Nós fazemos essa averiguação em três turnos, 24 horas por dia. É como jogar uma partida de xadrez contra um inimigo desconhecido.

Quantos malwares são criados todos os dias?
Em um dia típico de trabalho minha equipe chega a descobrir mais de 500 novos vírus ou cavalos-de-tróia; é provável que 5% desses malwares sejam brasileiros. No entanto, não há como saber ao certo, uma vez que a origem de alguns vírus é praticamente impossível de ser descoberta.

Hoje o Brasil se orgulha de ter um dos sistemas bancários mais modernos do mundo. No entanto, o estudo da F-Secure mostra que 30% dos bancos atingidos por cavalo-de-tróia em todo o mundo são brasileiros. Como essas instituições podem reverter esse número?
Acredito que, no Brasil, há uma forte cultura criminosa com foco em internet em operação hoje. Essas gangues criam e distribuem cavalos-de-tróia em sites de agências bancárias visando bancos específicos localizados no país. Esse é um problema difícil para os bancos, que há muito tempo têm protegido muito bem o sistema interno de computadores. Essa proteção se estende, ainda, aos computadores que utilizam seu sistema bancário online. Infelizmente, os criminosos não estão interessados nesses sistemas, mas sim em atacar os computadores domésticos de usuários que utilizam os serviços bancários, geralmente mal protegidos. Os bancos dificilmente conseguirão oferecer uma proteção adequada às transações bancárias, uma vez que as pessoas estão fazendo essas transações de suas máquinas com Windows XP sem qualquer tipo de antivírus ou firewall.

É nessa deficiência que os atacantes (hackers) agem. Se a intenção é roubar 1 milhão de reais, eles podem tanto invadir a máquina central de um banco para conseguir toda a quantia de uma só vez, o que pode ser considerado uma operação muito difícil, ou podem invadir cerca de 10 mil computadores domésticos e roubar 100 reais de cada um deles, o que torna a ação muito mais fácil.

No estudo da F-Secure, conclui-se que existem dois tipos de
cavalo-de-tróia: o brasileiro e os outros. No que o trojan brasileiro se diferencia dos demais?

Cavalos-de-tróia desenvolvidos na Rússia, por exemplo, têm como alvo bancos em todo o mundo. Já os cavalos-de-tróia brasileiros, tradicionalmente, atacam apenas cerca de cinco ou seis bancos brasileiros, focando o ataque e aumentando as chances da investida ser bem sucedida.

Por que o Brasil é tão visado pelos hackers?
O Brasil é apenas um alvo entre outros tantos. A grande maioria dos malwares desenvolvidos não visa uma região específica, uma vez que muitos vírus somente tentam atacar computadores domésticos, que podem ser transformados em bots que servirão a uma botnet (rede de computadores zumbis utilizados para disseminação do vírus. Na maioria das vezes o usuário não sabe que sua máquina pertence a tal rede). Nesses casos, o hacker não se preocupa com quem será o alvo, onde ele está ou qual tipo de informação ele tem em seu computador. O computador é o alvo e não existe geografia nem distâncias na internet.

Outro tipo de perigo que começa chamar a atenção da mídia são os
vírus para celulares e smartphones. Eles já representam uma ameaça real ao usuário ou ainda é a minoria se comparado aos outros malwares?

Esse é um problema emergente que ainda não ocorre com um número grande de usuários. Até hoje conseguimos identificar cerca de 394 cavalos-de-tróia e vírus diferentes para celulares. Mas, por enquanto, esse número ainda é insignificante se comparado aos 500 mil vírus criados para Windows. No entanto, é um problema que, se não começar a ser combatido agora, pode piorar bastante futuramente.

O senhor acredita que uma mudança na legislação brasileira
poderia intimidar esse tipo de comportamento dos hackers?

De fato, muitos países já possuem leis que apontam como ilegal o ato de criar e espalhar um vírus. Mas esse não é o problema. O problema maior é aplicar a lei ao ambiente internet. Os criminosos da internet conseguem, facilmente, efetuar seus ataques de 5 ou mesmo 10 países diferentes só para dificultar o processo na justiça.

Percebemos que, em paralelo ao crescimento do número de ameaças que surgiram nos últimos anos na internet, também houve um crescimento nas vendas por meio de e-commerce. O senhor acha que esse ataques podem ameaçar o desenvolvimento do comércio eletrônico?
Que o crime está afetando o e-commerce, isso é fato. No entanto, não acho que esses ataques poderão parar com as compras feitas via web.

Além de ter um antivírus instalado no PC, como o usuário doméstico pode se proteger dessas ameaças?
O usuário precisa se certificar que o sistema operacional e todos os seus aplicativos estão atualizados. Há uma ferramenta gratuita que faz essa verificação e pode auxiliar os usuários. Chama-se Health Check e pode ser baixada no endereço www.f-secure.com/healthcheck. Se preferir, o usuário pode, ainda, mudar seu sistema operacional para um Mac ou Linux, que são muito menos visados pelos hackers.

 
 
Em busca de mais segurança

Fabricantes e operadoras tentam tornar mais seguro o tráfego de informações via smartphones

Renato Ferraz
Da equipe do Correio

As manifestações de preocupação com a segurança no tráfego de informações empresariais por meio de smartphones são recentes. Mas essa aparente “irresponsabilidade” se justifica: até o final do ano passado, somente três em cada dez pessoas no mundo que tinham o aparelho o usava para acessar e-mails, segundo Maribel Lopez, diretora do instituto de pesquisa norte-americano Forrester. No Brasil, a prática também é pequena, e provavelmente pelas mesmas razões do que ocorre nos demais países, exceto os Estados Unidos e os europeus mais desenvolvidos: o alto custo dos aparelhos e, principalmente, dos serviços.

O E51 GSM, da Nokia, uma das líderes de venda de smartphones, custa em torno de R$ 1 mil (sem subsídios da operadora), segundo pesquisa feita pelo Correio em sites de compra e venda online. Há aparelhos custando até R$ 1,6 mil. Já os valores dos serviços (acesso ao e-mail, uso de navegadores GPS ou de comunicadores do tipo MSN) variam de acordo com a operadora, mas podem custar até R$ 100 mensais o pacote com acesso à rede.

Há também outro motivo relevante, segundo os especialistas, para justificar o pouco uso: falta de confiança dos usuários, principalmente dos corporativos, na transmissão de informações. Além de acessar e-mails, os executivos usam os aparelhos para navegar pela internet, para ler e arquivar anexos de arquivos e para organizar seus dados pessoais — usando, nesses casos, sincronização de dados em alta velocidade com PCs e laptops por meio de Bluetooth ou mesmo USB. O Nokia E51, por exemplo, permite integração até com PABX e redes de IP.

Por isso, cada vez mais os fabricantes dos equipamentos trabalham para torná-los mais seguros. Mas cobram ajuda dos provedores e das operadoras de telefonia celular. “É preciso criar uma relação em que todos ganham: as pessoas utilizam mais os serviços e as operadoras aumentam sua receita de dados com o crescimento da escala”, diz Scott Cooper, vice-presidente mundial da Nokia, com atuação voltada para a América Latina.

O desafio é, portanto, incorporar aos aparelhos (e com segurança) a infra-estrutura que os executivos têm em sua sala: acesso a todos os softs necessários ao seu trabalho e até mesmo ao seu ramal telefônico. Afinal de contas, o perfil de gerente sentado em frente a um PC e com um aparelho de telefone fixo pregado no ouvido é tão antigo quanto ao game Super Mário: quem tem menos de 30 anos mal o conhece — e quando o vê, estranha. Um dos pontos positivos no uso de smartphones nos negócios é o ganho de produtividade dos profissionais. “Hoje, é possível garantir ao profissional que não tem mesa até 45 minutos diários a mais de produtividade apenas com o uso de smartphones”, diz Maribel, do Forrest.

Os dirigentes das empresas, especialmente os vinculados às áreas de TI, querem que fabricantes e operadoras montem um grande quebra-cabeça inviolável, onde estão os aparelhos (handheld, laptops), as redes de comunicação (celular, bluetooth, internet), aplicações e softwares que conectam duas aplicações diferentes e separadas (VoIP, CRM). Pelo menos seis em cada deles trocariam seu provedor atual se aparecesse um competidor com um pacote completo de administração desse quebra-cabeça, segunda pesquisa feita pela Netmedia Research. Realizado nos EUA e Europa, o estudo mostra que 95% estão buscando produtos e serviços para administrar e assegurar a manutenção dos dispositivos móvel.

 
 
Hoje, é possível garantir ao profissional que não tem mesa até 45 minutos diários a mais de produtividade apenas com o uso de smartphones

 
Maribel Lopez, diretora do instituto de pesquisa norte-americano Forrester
 

MODELOS PARA USO CORPORATIVO

Nokia E51
GSM EDGE Quadband

850/900/1800/1900 e WCDMA 850/2100
Conectividade: Wi-Fi VoIP, miniUSB, bluetooth e Infravermelho
Câmera: 2MP
Sistema: Symbian
Preço: R$ 999

HTC touch
GSM EDGE Triband 900/1800/1900

Conectividade: Wi-Fi, USB e bluetooth 2.0
Câmera: 2MP
Sistema: Windows Mobile 6.0
Preço: R$ 1,3 mil

Sony Ericsson P1i
GSM EDGE Triband

900/1800/1900 e UMTS 2100
Conectividade: Wi-Fi, USB, bluetooth e Infravermelho
Câmera: 3.2MP
Sisyema: Symbian
Preço: R$ 1,4 mil

Blackberry Pearl 8100
GSM EDGE Quadband

850/900/1800/1900
Conectividade: USB e bluetooth 2.0
Câmera: 1.3MP
Sistema: Windows Mobile 5.0
Preço: R$ 1,6 mil